domingo, março 13, 2011

Filmeterapia

   Não sei quanto aos outros, mas filmes me inspiram. Não me refiro aos filmes de terror ou aqueles filmes de guerra. Gosto dos filmes "fabulosos", que nos passam uma lição de moral no final.
   Uns filmes remetem ao Carpe Diem (Antes de Partir, As férias da Minha Vida), outros que as aparências nem sempre definem uma pessoa (O Amor é cego, Uma Linda Mulher) ou os que dizem pra seguir nossos sonhos (Anastasia -perfect-). Qualquer que seja a lição que o filme passa, sempre me dá uma motivação pra ser melhor a cada dia. Essa coisa de apreciar as coisas mais simples da vida, de valorizar mais as amizades, de deixar o egocentrismo de lado é muito boa. Dá uma sensação boa!
   Quando estou num momento deprê ( o que geralmente ocorre na TPM), gosto de ver filmes que me fazem sentir bem pra espantar a maré de "deitar e levantar pra almoçar". Mas, como tudo tem um porém, evito fantasiar demais e achar que as coisas vão acabar como nos filmes: sempre com um final feliz. Sei que finais felizes nem sempre acontecem, e que quebramos muito a cara até conseguir o que queremos. Mas quer saber? Tô nem aí. Faço o que me der na telha e, se as consequências vierem, que eu aprenda com elas!

domingo, março 06, 2011

Diário. Você já teve um?

   A maioria das meninas começa a escrever em um quando criança. Pode ser ganhado, comprado ou até mesmo "roubado". Aquelas canetas coloridas fazem parte de um universo totalmente particular que uma garota cria para se sentir mais especial e/ou única. Lógico que eu estou falando do diário! Companheiro de todas as horas!
   Minha relação com esses supostos caderninhos começou bem cedo (precisamente aos meus 5 anos). Não ganhei de presente, mas eu assistia à novela "O Diário de Daniela" e tive vontade de ter um. Pedi à minha mãe, mas como diários ainda não eram febres, ela me comprou um caderninho de capa amarela. Eu escrevia frases soltas, falava sobre meu amor pelo Caju, do TV Cruj e expressava a raiva que sentia quando eu e meu irmão brigávamos. Mas eu mal escrevia nele e minha mãe guardou algumas páginas com ela. Ela usa pra me subornar, claro. Droga!
   Passei uns três anos sem escrever em diário, já que fiz um livrinho de historinhas todo fofo, tinha aula de produção de texto e jogava muito videogame. Na quarta série escrevi no meu diário todo do Mickey e comprei mais um caderninho. Não escrevi nele todo, claro. E nessas idas e vindas, registrava aleatoriamente minhas emoções de adolescente na Revista Diário da Witch. Pois é. Quantas folhas em branco... Mas muitas escritas também, claro.
   Já no segundo ano do ensino médio, após ler o primeiro volume do Diário da Princesa, resolvi pegar um caderno e fazer dele um diário, inspirada na Mia Thermópolis. Estava escrevendo bem, mas fui escondê-lo e acabei me esquecendo dele. Passado um ano, quando comecei a reler a coleção (estou terminando de reler o último agora), mais precisamente em outubro, passei a escrever nele religiosamente, todos os dias. O resultado é que eu acabei com 96 folhas em apenas quatro meses. E, em 2011, metade do meu novo caderno já tá cheia de palavras!!! Pois é. Adoro escrever no meu diário!

E vocês? Gostam de escrever nos seus diários também? Deixem seus depoimentos!!! Hahahhaa!

PS: Não vale blog (diário virtual). Quero saber dos diários de papel!!! XD